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DIETA CARDIOPROTETORA UTILIZADA EM PACIENTEAPÓS INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO: UM RELATO DE EXPERIENCIA

Trata-se de um estudo descritivo do tipo relato de experiência. A atividade foi fomentada no período do primeiro semestre do ano de 2024. O paciente avaliado sofreu infarto em 2021 e fez colocação de dois stents no mesmo ano, relata história genética de hipertensão arterial na família. A ingestão de macronutrientes (carboidratos e lipídeos) foi calculada em percentual utilizando-se como referência o VET consumido. O consumo de proteína encontrado foi de (igual a 1,2g/KgP), sódio (inferior a 2.000mg), carboidratos (56%), fibra alimentar (28,31g), lipídios (20%), 2% ácidos graxos poliinsaturados (PUFA) e 3,5% de monoinsaturados (MUFA) e ausência de ácidos graxos trans. Carboidratos: 251,94g, Proteína: 122,70g, Lipídeo: 39,65g, das quais 7,44g de ácidos graxos polinsaturados e 13,5g de ácidos graxos monoinsaturados. Os resultados apresentados corroboram a ideia de que se deve realizar uma anamnese alimentar detalhada para detectar precocemente o consumo alimentar. Dessa forma, é possível direcionar a orientação e realizar reeducação alimentar visando a melhoria do padrão dietético. As mudanças adotadas pelo paciente estão fazendo a diferença na saúde. As fibras atendem as recomendações da OMS, que é de 25g/dia, as quantidades de frutas, verduras e legumes também estão adequadas ao Guia Alimentar, Alimentação Cardioprotetora e dieta Meditarrânea. O paciente deste estudo faz uso de alimentos processados de forma esporádica e diminuiu bastante o consumo quantitativo de carne na dieta, além de ter mudado para carnes brancas de cortes magros. O que também foi observado neste estudo é o pouco consumo de doces e gorduras do paciente.

Palavras-chave: doenças cardiovasculares, infarto agudo do miocardio, alimentação cardioprotetora.


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